Assunto relacionado entre álcool e volante e sua completa falta de direção.

Embora, até pareça lógico, também se deve observar que o falecido deixa para traz família que, em nenhum momento, tiveram participação no acidente, mas ficaram dependentes da decisão. Não nos cabe pensar em culpa muito menos fazer às vezes do diabo, mas…

Foto por Sangeet Rao em Pexels.com

Fábio Oliveira Santos

Mais que pisado e repisado é o assunto relacionado entre álcool e volante e sua completa falta de direção…

Sabido, é claro, que sob o efeito de álcool todas as funções motoras são diminuídas, para não falar em outras funções como, por exemplo, a visão para discernir a distância entre dois corpos, digo, dois carros.

No entanto, em acidente por embriaguez, lembrando que a seguradora deveria ser acionada no sentido de amparar o segurado, o resultado foi o evidente: o óbito. Mas, a decisão recursal desonerou a responsabilidade da seguradora, uma vez que o embriagado assumiu o risco…

Embora, até pareça lógico, também se deve observar que o falecido deixa para traz família que, em nenhum momento, tiveram participação no acidente, mas ficaram dependentes da decisão. Não nos cabe pensar em culpa muito menos fazer às vezes do diabo, mas…

Basta-nos por ora saber que as opiniões são divergentes quanto à decisão do Tribunal de São Paulo, fato que ainda dará muito pano para manga, creio até que poderá se fazer mais uma dúzia de camisas com esse assunto que vai render.

Autor: Fábio Oliveira Santos

Advogado, professor, marido, pai de duas meninas lindas...

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